24 Outubro, 2009

somos um bocado de tempo, do que existe desde o início até ao fim de tudo. tu e eu. o mesmo bocado de tempo que se estira por gestos que rasgam as ruas, certezas algumas contadas, riscos de risos que vemos nas caras das pessoas. e por tudo o mais. eu e tu. de páginas, desenhos e restos de coisas na mão, precipitamo-nos à procura do sentido das coisas. não o encontramos. tantas vezes não. mas somos tu e eu. eu e tu. e é melhor por isso.